{"id":143,"date":"2019-05-27T21:39:30","date_gmt":"2019-05-28T01:39:30","guid":{"rendered":"http:\/\/antoniojosebotelho.com.br\/br\/?p=143"},"modified":"2019-05-27T21:39:36","modified_gmt":"2019-05-28T01:39:36","slug":"sinteses-de-oito-upanishads-uma-visao-do-que-elas-ensinam-sobre-o-yoga","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/antoniojosebotelho.com.br\/br\/2019\/05\/27\/sinteses-de-oito-upanishads-uma-visao-do-que-elas-ensinam-sobre-o-yoga\/","title":{"rendered":"S\u00ednteses de oito upanishads: uma vis\u00e3o do que elas ensinam sobre o YOGA"},"content":{"rendered":"\n<p>Esta nova iniciativa editorial representa a continuidade do esfor\u00e7o pessoal de leitura, reflex\u00e3o e aprendizado sobre textos cl\u00e1ssicos do&nbsp;<em>VedantaAdvaita<\/em>e do&nbsp;<em>Yoga<\/em>. Longe de estar finalizado a ponto de abandonar todos os conceitos e defini\u00e7\u00f5es serve, contudo, de base para a evolu\u00e7\u00e3o espiritual, nesta ou em outras exist\u00eancias, mesmo que esta esteja apartada da rela\u00e7\u00e3o professor-disc\u00edpulo tradicional. Sem o dom\u00ednio de ingl\u00eas, franc\u00eas ou alem\u00e3o, l\u00ednguas de tradu\u00e7\u00f5es mais seguras desde o s\u00e2nscrito e completamente analfabeto na l\u00edngua dos&nbsp;<em>Vedas<\/em>, agrade\u00e7o ao professor Carlos Alberto Tinoco que tem traduzido as&nbsp;<em>Upanishads<\/em> para o portugu\u00eas, mas, agrade\u00e7o, sobretudo, por permitir que eu esteja sempre por perto, recebendo orienta\u00e7\u00f5es e instru\u00e7\u00f5es. Igualmente agrade\u00e7o aos professores Pedro Kupfer e Gl\u00f3ria Arieira os quais oportunizam momentos para que eu sente e ou\u00e7a seus coment\u00e1rios que apontam para os ensinamentos&nbsp;<em>vedantinos<\/em>e&nbsp;<em>i\u00f3guicos<\/em>que ilustram a n\u00e3o-dualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira iniciativa foram s\u00ednteses ilustradas de nove das principais&nbsp;<em>Upanishads<\/em>, utilizando uma metodologia sugerida por Tinoco contida no seu livro publicado em 1996, em S\u00e3o Paulo, pela IBRASA. Nesta organizei s\u00ednteses elaboradas mais livremente de oito&nbsp;<em>Upanishads<\/em>associadas ao Yoga, cujo livro foi publicado tamb\u00e9m por Tinoco em 2005, de novo em S\u00e3o Paulo, mas agora pela Madras. Todas as tradu\u00e7\u00f5es e coment\u00e1rios de Tinoco est\u00e3o baseadas nas de Jean Varenne contidas no livro&nbsp;<strong><em>Upanishads<\/em><em>du<\/em><em>Yoga<\/em><\/strong>, publicado em Paris, pela Gallimard, em 1971.<\/p>\n\n\n\n<p>As s\u00ednteses foram elaboradas ap\u00f3s a leitura da cada&nbsp;<em>Upanishad<\/em>entre 2011 e 2012, cuja compreens\u00e3o, ainda que limitada, foi ampliada com a releitura, s\u00ednteses e compila\u00e7\u00f5es de cada uma delas entre 2015 e 2016. Todas as s\u00ednteses foram atachadas isoladamente no mural do facebook deste autor. A base das s\u00ednteses, claro, s\u00e3o os coment\u00e1rios contidos no pr\u00f3prio livro de Tinoco, aqui, acol\u00e1 ensaiando um sin\u00f4nimo, adicionando um conceito ou correlacionando ensinamentos minimamente apreendidos. \u00c0 medida em que sintetizava, rearranjando os coment\u00e1rios originais, ensaiava mais e mais, tanto que, quatro s\u00ednteses s\u00e3o mais ilustradas do que as outras quatro, inclusive, chegando a propor categorias de enquadramento de versos para fins de an\u00e1lise e interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora as&nbsp;<em>Upanishads<\/em>do&nbsp;<em>Yoga<\/em>apontem algumas vezes para a perspectiva dualista, acredito que n\u00e3o haja conflitos com a identidade&nbsp;<em>Atman<\/em>&#8211;<em>Brahman<\/em>, com a qual desejo ardentemente me identificar, enquanto processo de realiza\u00e7\u00e3o da liberdade e imortalidade. A dualidade e a n\u00e3o-dualidade constituem, na minha opini\u00e3o, apenas um conflito aparente, como que duas faces de uma mesma moeda. Idem para perspectiva da ressurrei\u00e7\u00e3o e reencarna\u00e7\u00e3o, cuja ideia veio com a oportunidade de ouvir e ler Jean-Yves Leloup, especialmente o seu livro&nbsp;<strong>Al\u00e9m da Luz e da Sombra: sobre o viver, o morrer e o ser<\/strong>, publicado em Petr\u00f3polis\/RJ, em 2001, pela Editora Vozes. Tudo, para ele, \u00e9 uma quest\u00e3o de velocidade, com o que concordo. Mas, como dizem os budistas tibetanos, podemos esperar eternamente at\u00e9 que todos os seres sencientes estejam despertos. Vale o que o cora\u00e7\u00e3o prop\u00f5e ou mesmo exige como o caminho, que cada qual poder\u00e1 ou dever\u00e1 seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>A<em>Hamsa<\/em><em>Upanishad<\/em>ilustra magnificamente essa identidade, ao afirmar que a respira\u00e7\u00e3o representa o p\u00e1ssaro que deseja a libera\u00e7\u00e3o, sendo testemunhado pelo Ser, com o qual, segundo o&nbsp;<em>Vedanta<\/em>, devemos nos identificar. Para o&nbsp;<em>Vedanta<\/em>, j\u00e1 somos livres de limita\u00e7\u00f5es. No momento certo, conveniente e oportuno, aquele que pulsa sem conseguir al\u00e7ar voo se dar\u00e1 conta que \u00e9 o mesmo que observa, que se mant\u00e9m em estado puro e absoluto. Esse \u00e9 o caminho diamantino, c\u00e9lere, pois aqui e agora podemos nos entender como livre de conflitos; qui\u00e7\u00e1 de forma definitiva como os s\u00e1bios. Apesar da tecnologia de realiza\u00e7\u00e3o, acredito, contudo, que tudo dependa da gra\u00e7a. Vejamos o que diz seus versos 3-7:<\/p>\n\n\n\n<p>Esta Verdade \u00e9 secreta, n\u00e3o se deve divulg\u00e1-La, pois eu a reservo ao&nbsp;<em>yogin<\/em>perfeito cujo&nbsp;<em>Yoga<\/em>fez um porta-joias, digno dos tesouros mais lindos. Este \u00e9 o verdadeiro conhecimento do P\u00e1ssaro Migrador, e por ele se obt\u00e9m a liberdade para sempre!<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, eu vou te dizer o que \u00e9 esta doutrina e o que \u00e9 o P\u00e1ssaro Supremo, pois tu \u00e9s um novi\u00e7o mestre de si mesmo e devotado ao estudo: o ensinamento sobre o qual \u00e9 preciso meditar, mais e mais, \u00e9 sobre o P\u00e1ssaro, repetindo sem cessar: \u201co P\u00e1ssaro!\u201d \u201co P\u00e1ssaro!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele entra em todos os seres, o P\u00e1ssaro Migrador, e torna-se presente neles como o fogo nas varetas de atritar, ou como o \u00f3leo no s\u00e9samo. Saber isso \u00e9 vencer a morte.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<em>yogin<\/em>, em primeiro lugar, assume a Postura de&nbsp;<em>L\u00f3tus<\/em>e ret\u00e9m o ar que inspira. Comprimindo em seguida o ser \u00e2nus com o calcanhar esquerdo, ele faz subir o alento a partir do Centro da Base at\u00e9 a Porta das Joias, n\u00e3o sem ter conduzido o ar de volta por tr\u00eas vezes em torno do&nbsp;<em>svadistana<\/em>. De l\u00e1 o ar sobe at\u00e9 o&nbsp;<em>anahata<\/em>e o trespassa atingindo&nbsp;<em>visudha<\/em>que flanqueia as am\u00edgdalas semelhantes aos test\u00edculos. Retendo sempre o alento, o adepto conduz o ar inspirado at\u00e9 o&nbsp;<em>ajna<\/em><em>chakra<\/em>e o&nbsp;<em>Brahmarandra<\/em>; ele realiza enfim o que \u00e9 o&nbsp;<em>Atman<\/em>trinit\u00e1rio&nbsp;<em>Sat<\/em>&#8211;<em>Chit<\/em>&#8211;<em>Ananda<\/em>, situado al\u00e9m de toda forma.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele \u00e9 o P\u00e1ssaro Supremo, resplandecente como a luz de dez milh\u00f5es de s\u00f3is e pelo qual todas as coisas foram permeadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses versos al\u00e9m de apontar para a associa\u00e7\u00e3o entre professor-aluno, via segredo, destaca a vedete do&nbsp;<em>Hatha<\/em>&#8211;<em>Yoga<\/em>, que \u00e9 a&nbsp;<em>kundalini<\/em>. A Uni\u00e3o do fogo com o alento conduzido pelo canal central at\u00e9 da realiza\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>Shakti<\/em>&#8211;<em>Shiva<\/em>\u00e9 a alegoria mais bela do&nbsp;<em>Yoga<\/em>para representar a liberdade e a imortalidade. Por\u00e9m, assim como o&nbsp;<em>samadhi<\/em>, n\u00e3o importa se ser\u00e1 poss\u00edvel realiz\u00e1-la, nem mesmo se deve ter apego \u00e0 pr\u00e1tica que direciona nesse sentido. Tudo depende de m\u00e9rito, e de muita sa\u00fade. N\u00e3o \u00e0 toa&nbsp;<em>Patanjali<\/em>j\u00e1 assegurava essa depend\u00eancia do&nbsp;<em>Yoga<\/em>eficaz, eficiente e efetiva desde a sa\u00fade plena.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas podemos e devemos avan\u00e7ar devagar, dominando a respira\u00e7\u00e3o, n\u00e3o no sentido da sua restri\u00e7\u00e3o, mas no da sua amplia\u00e7\u00e3o. Fatores correlatos podem e devem ser adotados como as posturas, as contra\u00e7\u00f5es musculares, os gestos de poder e os c\u00e2nticos sagrados, os quais est\u00e3o ancorados na \u00e9tica&nbsp;<em>i\u00f3guica<\/em>. De novo:&nbsp;<em>Patanjali<\/em>. Mas tudo isso e muito mais as&nbsp;<em>Upanishads<\/em>do&nbsp;<em>Yoga<\/em>registram na forma de ensinamentos que conferem toda uma pr\u00e1tica. A grande base \u00e9 o processo tr\u00edplice de concentra\u00e7\u00e3o-medita\u00e7\u00e3o-contempla\u00e7\u00e3o, abstra\u00eddos os sentidos, progressivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, se apontei para&nbsp;<em>Patanjali<\/em>, tamb\u00e9m poderia apontar para os cl\u00e1ssicos&nbsp;<em>Hatha<\/em><em>Yoga<\/em><em>Pradipika<\/em>,&nbsp;<em>Gheranda<\/em><em>Shamhita<\/em>,&nbsp;<em>Shiva<\/em><em>Samhita<\/em>e&nbsp;<em>Goraksha<\/em><em>Shataka<\/em>que igualmente ilustram e ensinam acerca da necessidade de dominarmos&nbsp;<em>pranayamas<\/em>,&nbsp;<em>asanas<\/em>,&nbsp;<em>bandhas<\/em>,&nbsp;<em>mudras<\/em>,&nbsp;<em>dharana<\/em>,&nbsp;<em>dhyana<\/em>e&nbsp;<em>mantras<\/em>, praticados desde a purifica\u00e7\u00e3o do corpomente, al\u00e9m da ado\u00e7\u00e3o de \u00e9tica. Certamente, h\u00e1 uma forte correla\u00e7\u00e3o entre esses cl\u00e1ssicos e as&nbsp;<em>Upanishads<\/em>aqui sintetizadas e compiladas. O conjunto da \u00f3pera representando um estilo de vida como defendem Kupfer e Arieira, que pode e deve ser adotado na busca do autoconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa abordagem \u00e9 para justificar, no meu entendimento, a adjetiva\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>Upanishads<\/em>do&nbsp;<em>Yoga<\/em>, apesar da tradi\u00e7\u00e3o dizer, simplesmente, que&nbsp;<em>Upanishad<\/em>\u00e9&nbsp;<em>Upanishad<\/em>. Acredito que a categoriza\u00e7\u00e3o, como prop\u00f5e Tinoco, \u00e9 poss\u00edvel. Selecionamos tr\u00eas trechos para consubstanciar e ratificar essa opini\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Da&nbsp;<em>Yogatattva<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>Sozinho, em seu retiro, ser\u00e1 bom praticar a repeti\u00e7\u00e3o constante do&nbsp;<em>Om<\/em>, com alongamento da vogal: assim apagar\u00e1 os pecados antes de dedicar-se ao&nbsp;<em>Yoga<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Om<\/em>, com efeito, livra do Mal e destr\u00f3i os empecilhos sobre o caminho do&nbsp;<em>Yoga<\/em>; \u00e9 por isso que a repeti\u00e7\u00e3o constante do monoss\u00edlabo sagrado \u00e9 uma pr\u00e1tica eficaz para quem deseja avan\u00e7ar no&nbsp;<em>Yoga<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Da&nbsp;<em>Amritabindu<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso, pois, combinar a pr\u00e1tica dedicada do&nbsp;<em>Yoga<\/em>com a enuncia\u00e7\u00e3o da s\u00edlaba&nbsp;<em>Om<\/em>, ainda que o sil\u00eancio produza na realidade um benef\u00edcio muito maior: porque, quando n\u00e3o se mant\u00e9m o sil\u00eancio completo, n\u00e3o se busca o aniquilamento: e \u00e9 ao Ser que se visa!<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 isso, isso somente,&nbsp;<em>Brahman<\/em>sem divis\u00e3o, nem atributos. E quando o&nbsp;<em>yogin<\/em>reconheceu que ele mesmo \u00e9&nbsp;<em>Brahman<\/em>, realizou para sempre&nbsp;<em>Brahman<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Da&nbsp;<em>Ksurika<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo dominado seu esp\u00edrito gra\u00e7as ao ardor do seu&nbsp;<em>Yoga<\/em>, tendo rejeitado todo apego, conhecendo a fundo o&nbsp;<em>Yoga<\/em>, o&nbsp;<em>yogin<\/em>consciente consegue, em sua solid\u00e3o, ficar livre dos desejos.<\/p>\n\n\n\n<p>Como um p\u00e1ssaro preso numa rede, voaria para o c\u00e9u ap\u00f3s haver cortado os fios, o&nbsp;<em>Atman<\/em>do&nbsp;<em>yogin<\/em>, libertado das malhas do desejo pela navalha do&nbsp;<em>Yoga<\/em>, escapa para sempre da pris\u00e3o do&nbsp;<em>samsara<\/em>!<\/p>\n\n\n\n<p>De igual forma, encontramos trechos que utilizam a mesma estrat\u00e9gia de evolu\u00e7\u00e3o espiritual de&nbsp;<em>Patajanli<\/em>, o organizador e sistematizador do&nbsp;<em>Yoga<\/em>, com sugest\u00e3o de etapas ou passos para serem seguidos e\/ou observados, sem que haja, contudo, um pr\u00e9-requisito entre um e outro:<\/p>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;<em>Amritanada<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>Esta Retirada dos sentidos \u00e9 a primeira das seis etapas que conduzem \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o do&nbsp;<em>Yoga<\/em>; as cinco outras s\u00e3o a Medita\u00e7\u00e3o, a Reten\u00e7\u00e3o da Respira\u00e7\u00e3o, a Aten\u00e7\u00e3o Concentrada, a Fidelidade \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o e o \u00caxtase Final.<\/p>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;<em>Yogatattva<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>E agora o&nbsp;<em>Hatha<\/em>&#8211;<em>Yoga<\/em>: as oito etapas que ele comporta s\u00e3o: os refreamentos e disciplinas, as posturas e o controle do alento, a reten\u00e7\u00e3o dos poderes sensoriais e a fixa\u00e7\u00e3o do pensamento e, por fim, a medita\u00e7\u00e3o profunda e o \u00eaxtase final.<\/p>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;<em>Dhyanabindu<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>Posturas, reten\u00e7\u00e3o da respira\u00e7\u00e3o, retra\u00e7\u00e3o dos sentidos, aten\u00e7\u00e3o concentrada, medita\u00e7\u00e3o, \u00eaxtase final, tais s\u00e3o as seis etapas do&nbsp;<em>Yoga<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para entregar as s\u00ednteses e as compila\u00e7\u00f5es, bem como o ap\u00eandice, com duas reflex\u00f5es elaboradas durante o Curso Livre de Forma\u00e7\u00e3o em Yoga, sob a responsabilidade de Pedro Kupfer, que abordam, respectivamente, a mais nobre das posturas frente a mais nobre das ferramentas do Yoga e a mais nobre perspectiva de vida secular frente ao mais nobre espa\u00e7o divino do corpo humano, devo registrar uma poss\u00edvel correla\u00e7\u00e3o das&nbsp;<em>Upanishads<\/em>do&nbsp;<em>Yoga<\/em>com o tantrismo. Para tanto, elaboro uma adapta\u00e7\u00e3o dos apontamentos contidos na&nbsp;<strong>Enciclop\u00e9dia de Yoga<\/strong>, publicado pela editora Pensamento, em S\u00e3o Paulo, em 2005, de autoria de Georg Feuerstein:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Tantrismo<\/em>, cultura e filosofia religiosas expostas nas escrituras conhecidas como&nbsp;<em>Tantra<\/em>. Os&nbsp;<em>Tantras<\/em>se prop\u00f5em a expor um novo ensinamento ou revela\u00e7\u00e3o, especialmente condizente com a idade das trevas. Devido \u00e0 sua longa hist\u00f3ria e grande diversidade nas dimens\u00f5es pr\u00e1ticas e doutrin\u00e1rias, \u00e9 muito dif\u00edcil definir o&nbsp;<em>Tantrismo<\/em>e at\u00e9 mesmo generalizar sobre ele. Mas pode-se dizer que o piv\u00f4 da maioria das escolas t\u00e2ntricas \u00e9 a ideia de&nbsp;<em>Shakti<\/em>, o princ\u00edpio feminino da exist\u00eancia c\u00f3smica, a Deusa. O&nbsp;<em>tantrika<\/em>ou&nbsp;<em>sadhaka<\/em>recorre a esse princ\u00edpio na busca da liberta\u00e7\u00e3o. Isso se expressa n\u00e3o s\u00f3 nas cerim\u00f4nias de adora\u00e7\u00e3o exterior ao Divino feminino, mas tamb\u00e9m nos rituais interiores ou simb\u00f3licos, principalmente no&nbsp;<em>kundalini<\/em>&#8211;<em>yoga<\/em>, que cont\u00e9m instru\u00e7\u00f5es acerca do processo esot\u00e9rico para ativar a&nbsp;<em>kundalini<\/em>&#8211;<em>shakti<\/em>, crucial no caminho espiritual do<em>Tantrismo<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>A converg\u00eancia da perspectiva m\u00e1gica e esot\u00e9rica expressa pelas&nbsp;<em>Upanishads<\/em>do&nbsp;<em>Yoga<\/em>pode ser conferido pela unifica\u00e7\u00e3o do&nbsp;<em>Prana<\/em>com a&nbsp;<em>Kundalini<\/em>vis-\u00e0-vis&nbsp;<em>Brahman<\/em>, num trecho da&nbsp;<em>Dhyanabindu<\/em><em>Upanishad<\/em>, abaixo consolidado:<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<em>Prana<\/em>empurra para frente, apoiando-se sobre o&nbsp;<em>Apana<\/em>, e este empurra para tr\u00e1s, apoiando-se sobre o&nbsp;<em>Prana<\/em>. Como um p\u00e1ssaro puxa o fio ao qual est\u00e1 ligada, a alma puxa para frente, mas \u00e9 puxada para tr\u00e1s pelo mesmo fio; quem sabe isso, conhece o&nbsp;<em>Yoga<\/em>. O&nbsp;<em>Prana<\/em>sai fazendo \u201c<em>Ham<\/em>\u201d; o&nbsp;<em>Apana<\/em>sai fazendo \u201c<em>Sa<\/em>\u201d. Assim, a alma individual repete sem cessar a f\u00f3rmula segreda \u201c<em>Hamsa<\/em>;&nbsp;<em>Hamsa<\/em>!\u201d. Sim, de noite e de dia, sempre a alma diz e rediz em voz baixa, vinte e uma mil e cem vezes esta f\u00f3rmula que pode ser medida embora ela seja indistinta; por ela os&nbsp;<em>yogins<\/em>s\u00e3o libertados: basta tomar consci\u00eancia dela para ser libertado de todo pecado. Nunca houve nem haver\u00e1 jamais conhecimento semelhante a este, f\u00f3rmula semelhante a essa, santidade semelhante a essa. O caminho pelo qual se vai at\u00e9 o para\u00edso de&nbsp;<em>Brahman&nbsp;<\/em>tem sua porta obstru\u00edda pela cabe\u00e7a da deusa adormecida; despertada pelo&nbsp;<em>Yoga<\/em>que une o fogo ao esp\u00edrito e ao ar, ela se eleva pela&nbsp;<em>Sushumna<\/em>, penetrando seu corpo de serpente como uma agulha penetrada pelo fio; e do mesmo modo com o se faz abrir uma porta com a ajuda de uma chave, o&nbsp;<em>yogin<\/em>, pela&nbsp;<em>kundalini<\/em>, faz abrir-se a porta da Liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para tanto, a&nbsp;<em>Yogakundalini<\/em><em>Upanishad<\/em>prop\u00f5e tr\u00eas passos:<\/p>\n\n\n\n<p>Atinge-se isso em tr\u00eas etapas: primeiro, por uma dieta atenta, depois, por posturas apropriadas, e, por fim, pelo despertar da Pot\u00eancia. Escute,&nbsp;<em>Gautama<\/em>, o que eu vou ensinar-lhe sobre essas tr\u00eas etapas.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora entregando efetivamente o livro para leitura, que representa, como disse no in\u00edcio, t\u00e3o somente um esfor\u00e7o intelectual vertido para o estudo com o m\u00e9rito dispon\u00edvel, ratifico que ele est\u00e1 associado, malbaratando uma compara\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o educacional, cuja trajet\u00f3ria vai at\u00e9 a livre doc\u00eancia, com o jardim de inf\u00e2ncia. Mas o esfor\u00e7o \u00e9 leg\u00edtimo e intenta contribuir para a atra\u00e7\u00e3o de novos buscadores da Verdade, com uma linguagem simples e coloquial que procura deixar o caminho aberto para novas investidas daqueles que possam se interessar pela tem\u00e1tica que interage com o estilo de vida que o&nbsp;<em>Yoga<\/em>proporciona.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Botelho<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Acesse este livro em <a href=\"https:\/\/www.clubedeautores.com.br\/livro\/sinteses-de-oito-upanishads#.XOaXPC3OoWo\">Clube de Autores<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta nova iniciativa editorial representa a continuidade do esfor\u00e7o pessoal de leitura, reflex\u00e3o e aprendizado sobre textos cl\u00e1ssicos do&nbsp;VedantaAdvaitae do&nbsp;Yoga. 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